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Este blog foi desenvolvido para o trabalho da disciplina de Geografia e áreas afins com estudantes do Ensino Básico. Caso necessite de algum gabarito ou outras informações, o e-mail é sergiogta2007@hotmail.com

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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Geopolítica Internacional

01- Quando o mundo vivia o período da Guerra Fria, o poder era assentado na capacidade militar das duas superpotências; atualmente no mundo multipolar Pós-guerra Fria, o mesmo poder é medido através de novos padrões de influência no mundo. Assinale a opção que não corresponde a esses novos padrões:
a) disponibilidade de capitais;
b) índices de competitividade;
c) avanço tecnológico;
d) qualificação da mão-de-obra;
e) posse do maior arsenal nuclear
02- (Enem-MEC)
Em 1947, a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou um plano de partilha da Palestina que previa a criação de dois Estados: um judeu e outro palestino. A recusa árabe em aceitar a decisão conduziu ao primeiro conflito entre Israel e países árabes.
A segunda guerra (Suez, 1956) decorreu da decisão egípcia de nacionalizar o canal, ato que atingia interesses anglo-franceses e israelenses. Vitorioso, Israel passou a controlar a península do Sinai. O terceiro conflito árabe-israelense (1967) ficou conhecido como Guerra dos Seis Dias, tal a rapidez da vitória de Israel.
Em 06 de outubro de 1973, quando os judeus comemoravam o Yom Kippur (Dia do Perdão), forças egípcias e sírias atacaram de surpresa Israel, que revidou de forma arrasadora. A intervenção americano-soviética impôs o cessar-fogo, concluído em 22 de outubro.
Com base no texto, assinale a opção correta.
a) A primeira guerra árabe-israelense foi determinada pela ação bélica de tradicionais potências europeias no Oriente Médio.
b) Na segunda metade dos anos 1960, quando explodiu a terceira guerra árabe-israelense, Israel obteve rápida vitória.
c) A guerra do Yom Kippur ocorreu no momento em que, a partir da decisão da ONU, foi oficialmente instalado o Estado de Israel.
d) A ação dos governos de Washington e Moscou foi decisiva para o cessar-fogo que pôs fim ao primeiro conflito árabe-israelense.
e) Apesar das sucessivas vitórias militares, Israel mantém suas dimensões territoriais tal como estabelecido pela resolução de 1947 aprovada pela ONU.
03 - (FGV) Sobretudo, a partir da década de 60, o continente africano tem passado por um processo de descolonização, isto é, de independência política formal que:
a) tem permitido às jovens nações superar o atraso econômico motivado pela exploração das antigas metrópoles.
b) desacompanhada da respectiva independência econômica e financeira não conseguiu alterar de forma efetiva as precárias condições de vida da população.
c) reestruturou economicamente as novas nações, uma vez que elas deixaram de produzir para os mercados externos e voltaram-se para as necessidades da população local.
d) alterou sensivelmente o papel das antigas colônias na divisão internacional de trabalho uma vez que estas passaram a ter autonomia econômica.
e) possibilitou a superação das relações de subordinação econômica das antigas colônias através do desenvolvimento de atividades industriais modernas.
04 - (PUC-Campinas)
“Recentemente, por questões humanitárias, os Estados Unidos atuaram na Somália mas, poderiam ter optado pelo Sudão ou Etiópia, países vizinhos, com guerras civis e milhões de esfomeados. Nunca o caráter periférico da África foi tão evidente quanto agora, pois não há superpotências que disputem o continente e os países são entregues à própria sorte (ou infortúnio).”
Da leitura do texto e de seus conhecimentos sobre a África é possível afirmar que
a) as disputas internas provocadas pelos clãs tribais têm alterado a posição do continente no cenário mundial, transformando a África numa área de fracos investimentos.
b) o processo de islamização forçado, pelo qual passa grande parte da África, restringe as possibilidades de intervenção estrangeira no continente.
c) hoje, a busca de mercados consumidores substitui os antigos critérios geopolíticos, e a pobreza da África como um todo, pouco interessa ao mundo desenvolvido.
d) vários órgãos supranacionais têm tentado promover a destribalização da parte mais pobre da África, no sentido de torná-la mais atraente aos investimentos estrangeiros.
e) a manutenção de regimes autoritários, com guerrilhas e atos de terrorismo, tem dificultado a ação das forças de paz e de certa forma influído na Nova Ordem Mundial.
05 – (UFSM-RS)
“Num lugar com tensões à flor da pele, como a Irlanda do Norte, (…) bastam algumas provocações para reacender a fogueira das paixões tribais.” (REVISTA “VEJA”, 15.7.1998.)
No mundo atual, situações de nacionalismos mal resolvidos e conflitos culturais e religiosos semelhantes aos da Irlanda do Norte ocorrem em muitos países. O local onde NÃO há essa problemática é
A) a região da Caxemira, entre a Índia e o Paquistão.
B) a província de Kosovo, na Iugoslávia.
C) o território da Groenlândia, em relação à Dinamarca.
D) a Região Basca, na Espanha.
E) o território ocupado pelos curdos, no Iraque.
06 - (UFJF-MG) Sobre os conflitos que atingiram a antiga Iugoslávia, marque a alternativa errada:
a) trata-se de um dos mais antigos conflitos europeus, cujas raízes, dentre outras, encontram-se na diversidade étnica dos povos que habitam as várias unidades políticas da região.
b) um dos momentos significativos dos conflitos na região ocorreu às vésperas da I Guerra Mundial, com as chamadas Guerras Balcânicas.
c) a crise do Leste europeu favoreceu a fragmentação da região, levando à eclosão das rivalidades nacionais.
d) após a II Guerra Mundial, com a liderança de Tito, a Iugoslávia manteve-se unida sob uma economia capitalista.
e) um traço marcante do conflito é a diversidade religiosa que opõe, genericamente, cristãos ortodoxos, católicos e muçulmanos.
07- O marechal Tito quando esteve no comando da Iugoslávia entre 1945 e 1980 conseguiu manter a unidade territorial do país. Entretanto, após a sua morte, em 1980, o país entrou em uma escalada de conflitos cujos motivos estavam relacionados principalmente:
a) com a defesa ou não da manutenção de relação com a URSS.
b) com as disputas políticas pela ocupação da liderança do país por seus filhos.
c) com os conflitos étnicos, religiosos e nacionalistas das várias repúblicas.
d) com a atuação imperialista dos EUA e dos países da Europa Ocidental na região.
08- (UFSM)



Em 9 de novembro é derrubado o Muro de Berlim. O governo [da Alemanha Oriental] não tinha condições de mantê-lo, a menos que partisse para uma repressão sangrenta. [...]  Em apenas 3 dias, pelo menos milhõesde alemães-orientais passaram para Berlim Ocidental. [...]Já no lado ocidental, os alemães-orientais formavam filas enormes diante das discotecas e de lojas pornôs [...]. Embora não tivessem dinheiro suficiente para comprar, as pessoas olhavam tudo como se fosse um grande parque de diversões.
Fonte: ARBEX JR., José. Revolução em 3 tempos: URSS, Alemanha, China. SP: Moderna, 1993. p. 54-56.
A partir do texto, pode-se afirmar que a queda do Muro de Berlim, em 1989, indica
a) a falência do modelo socialista soviético em atender às demandas da população quanto à liberdade individual e ao consumo de bens e serviços.
b) as grandes realizações do modelo socialista na saúde e educação, capazes de manter as massas distantes dos apelos do mundo do consumo de bens privados, próprios da economia capitalista.
c) o resultado do cerco militar das potências capitalistas e, consequentemente, o esgotamento do sistema socialista de atender às demandas das populações dos países do Leste Europeu.
d) o vigor do modelo socialista adotado pela Alemanha Oriental, o qual repetia o padrão soviético, porém era mais brando quanto à livre organização da sociedade e à liberdade de imprensa.
e) a crise do capitalismo dos países da Europa Ocidental e dos Estados Unidos, com o esgotamento do Estado do Bem-Estar Social e a retração da sociedade de consumo.
09- Um dos principais tipos de migrações internacionais existentes é a chamada “fuga de cérebros”, que consiste:
a) na perda de trabalhadores com baixa qualificação técnica para países estrangeiros, geralmente mais desenvolvidos.
b) na migração sazonal de pesquisadores universitários e estudantes, como em intercâmbios e cursos de capacitação.
c) na adoção de políticas internacionais para facilitar o deslocamento dos profissionais de alta capacidade e boa formação escolar.
d) no deslocamento em massa de profissionais especializados e de grande conhecimento para outros países.
e) no tráfico internacional de órgãos e pessoas, responsável pela morte de muitos imigrantes, geralmente ilegais.
10 - (UFG-GO/2010)
Um dos principais traços da dinâmica demográfica mundial é a migração internacional, que recria conflitos espaciais de diferentes ordens. Esse tipo de migração é explicado
a) pela incorporação de valores ocidentais no Oriente e de valores orientais no Ocidente, diminuindo as fronteiras simbólicas.
b) pela facilidade do fluxo de trabalhadores condicionados pelos novos meios de comunicação e transportes.
c) pela aprendizagem de idiomas dos países ricos como forma de incorporação às novas demandas da indústria.
d) pelo livre acesso dos indivíduos no interior dos países signatários de acordos de livre comércio e cooperação.
e) pelo aumento global do desemprego, que gera miséria nas nações de baixo índice de desenvolvimento humano.
11 - Charge sobre a Primavera Árabe no Egito

LATTUF, C. 24 jan. 2011. Disponível em: <https://commons.wikimedia.org/wiki/Carlos_Latuff>. Acesso em: 17 ago. 2015.
A charge acima, de Carlos Latuff, indica um “efeito dominó” propiciado pela Primavera Árabe e a consequente derrubada do ditador Hosni Mubarak no Egito. Esse efeito em cadeia que marcou a onda de protestos nos países árabes iniciou-se:
a) na Tunísia, com a derrubada de Zine El Abidine Ben Ali.
b) na Lígia, com a morte de Muammar al-Gaddafi.
c) em Israel, com a independência da Palestina.
d) Na Síria, na guerra civil contra Bashar al-Assad
e) No Iêmen, com a renúncia de All Abdullah Saleh
12 - “A primeira lição é que a Primavera Árabe é um processo, e não um evento. Nunca ninguém poderia imaginar que os governantes árabes, e as elites que os sustentavam, um dia cairiam ou morreriam. O papel do Ocidente sempre foi ambivalente. Ele sempre esteve nos dois lados – ansioso por encorajar as novas democracias, mas sem derrubar as velhas autocracias”.
HARDY, R. Democracia ou desordem? As quatro lições da Primavera Árabe. BBC Brasil, 11 jul. 2013. Acesso em: 17 ago. 2015.
Diante das considerações acima expostas, é possível concluir que a posição dos países ocidentais em relação à Primavera Árabe foi:
a) coerente, seguindo um padrão único de apoio nos conflitos
b) contraditória, com intervenções militares em todos os países
c) parcial, restringindo as análises para alguns poucos casos
d) arbitrária, com as ações políticas moldadas conforme os interesses
e) neutra, objetivando não agravar a situação das disputas internas
13 - O século XX é marcado por várias transformações entre as quais a independência e formação de novos países nos continentes africano e asiático, processo conhecido como Descolonização da África e da Ásia.
Em relação à história do continente africano, analise as proposições.
I. A maioria dos países africanos tornou-se independente no final do século XIX devido ao desenvolvimento da industrialização nos países europeus.
II. O continente africano é caracterizado por diferenças étnicas, linguísticas e culturais.
III. Os processos de independência dos países africanos foram pacíficos, possibilitando, desta forma, o desenvolvimento de estados democráticos.
IV. O Norte da África é caracterizado pela presença de povos que seguem a religião islâmica como, por exemplo, os marroquinos e argelinos.
V. Ao sul do deserto do Saara, o continente africano é conhecido como África Negra. Esta região é formada por vários países entre os quais citam-se a África do Sul, Angola,
Camarões e Nigéria.
Assinale a alternativa correta.
a) Somente as afirmativas II, III e V são verdadeiras.
b) Somente as afirmativas I, II e III são verdadeiras.
c) Somente as afirmativas II, IV e V são verdadeiras.
d) Somente as afirmativas I, IV e V são verdadeiras.
e) Todas as afirmativas são verdadeiras.
14 - O continente africano apresenta grande diversidade social, cultural, étnica e política. 

Disponível em: http://equattoria.blogspot.com.br/2009/06/o-que-e-e-onde-fica-o-sahel-africano.html
A região destacada no mapa da África é denominada
a) Sahel, que tem sido palco de longos períodos de seca e, consequentemente, de fome crônica.
b) Sahel, região mais desenvolvida de todo o continente e possuidora de uma considerável industrialização.
c) Sahel, onde prevalece o clima mediterrâneo, com economia baseada no sistema agrícola Plantation.
d) África Branca, onde o clima é equatorial e a economia se baseia principalmente na exploração mineral.
e) África Branca, que possui povos de origem árabe e apresenta os melhores índices econômicos do continente.
15- Os protestos nessa revolução iniciaram-se em janeiro de 2011, com o objetivo de derrubar o então ditador Hosni Mubarak, o que foi concretizado em menos de um mês. Os rebeldes foram profundamente influenciados por outra revolução realizada em um país próximo, que derrubou o então ditador Zine El Abidini Ben Ali, que se encontrava há 24 anos no poder.
As revoluções a que o texto se refere são, respectivamente:
a) Revolução dos Clérigos, em Bangladesh, e a Revolução dos Trópicos, na China.
b) Revolução de Independência da Bósnia e a Revolta Militar Sérvia.
c) Revolução de Lótus, no Egito, e Revolução de Jasmim, na Tunísia.
d) Revolução da Síria e Revolução Iraniana.

terça-feira, 21 de março de 2017

Atividades sobre o Período Compreendido entre as Grandes Guerras Mundiais
01- (UPF) Leia alguns dos artigos  do Tratado de Versalhes.
Art. 45 – (...) a Alemanha cede à França a propriedade absoluta, com direitos exclusivos de exploração, desimpedidos e livres de todas as dívidas e despesas de qualquer tipo, as minas de carvão situadas na bacia do rio Sarre.
Art. 119 – A Alemanha renuncia em favor do Principal Aliado e das Potências Associadas todos os seus direitos e títulos sobre as possessões de ultramar.
Art. 198 – As forças armadas da Alemanha não devem incluir quaisquer forças militares ou navais.
Art. 232 – Os Governos Aliados e Associados exigem e a Alemanha promete que fará compensações por todos os danos causados à população civil das Potências Aliadas e Associadas e a sua propriedade durante o período de beligerância de cada uma.

(MARQUES, Adhemar; BERUTTI, Flávio; FARIA, Ricardo. História Contemporânea através de textos. São Paulo: Contexto, 2008, p. 115-117)
A partir da leitura dos artigos transcritos, é correto afirmar que o Tratado de Versalhes:
a) encerrou a Segunda Guerra Mundial, fazendo com que a Alemanha perdesse as colônias ultramarinas para os países Aliados.
b) extinguiu a Liga das Nações, propondo a criação da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1945, com o objetivo de preservar a paz mundial.
c) estimulou a competição econômica e colonial entre os países europeus, resultando na Primeira Guerra Mundial.
d) permitiu que as potências aliadas dividissem a Alemanha, no fim da Segunda Guerra Mundial, em quatro zonas de ocupação: francesa, britânica, americana e soviética.
e) impôs duras sanções à Alemanha, no final da Primeira Guerra Mundial, fazendo ressurgir um nacionalismo exacerbado e reorganizando as forças políticas do país.
02- (UDESC) Analise as proposições sobre a II Guerra Mundial (1939-1945), e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.
(    ) A II Guerra Mundial foi marcada por atrocidades de ambos os lados, como, por exemplo, os campos de concentração, o extermínio nazista e o lançamento das bombas atômicas contra as cidades de Hiroshima e Nagasaki pelos EUA.
(    ) O Brasil, que durante o período da guerra era governado pelo presidente Getúlio Vargas, apoiou os países do Eixo. Entre os motivos que levaram o Brasil a enviar tropas para lutar nesta guerra foram os ataques de submarinos alemães a navios brasileiros e a defesa da democracia e da liberdade.
(    ) A guerra iniciou em 1939, quando as tropas alemãs invadiram a Polônia. Nos primeiros anos o Eixo (Alemanha, Itália e Japão) obteve várias vitórias contra os Aliados. Os rumos da guerra começam a modificar no ano de 1941, quando o governo de Adolf Hitler decidiu invadir a União Soviética, e os EUA declaram guerra aos países do Eixo, após o ataque japonês a Pearl Harbour.
(    ) Um dos fatores que levou à guerra foi o apoio da população alemã às ideias de Adolf Hitler, difundidas no livro Mein Kampf (Minha Luta), conhecidas como nazistas e que pregavam a superioridade da raça germânica em relação a outros grupos, como os judeus, comunistas e ciganos.
Assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo.
a) F – F – V – V
b) V – V – F – V
c) V – F – V – V
d) V – F – V – F
e) V – V – V – V
03- (UCPEL) Na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), a Tríplice Aliança lutou contra a Tríplice Entente. Os países que formaram a Tríplice Aliança foram
a) Rússia, França e Inglaterra.
b) Alemanha, Inglaterra e França.
c) Alemanha, Império Austro-Húngaro e Itália.
d) Itália, Rússia e França.
e) Inglaterra, Espanha e Rússia.
04- (PUC-PR-CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA) 
A Europa da passagem do século XIX para o XX viveu um período de conflitos que levaram à eclosão da Primeira Guerra Mundial em 1914. Nesse período, formam-se as chamadas políticas de alianças, que resultaram em duas grandes coligações: a Tríplice Aliança e a Tríplice Entente.
Marque a alternativa que completa CORRETAMENTE os países que formavam a Tríplice Entente:
a) Grã-Bretanha, França e Rússia.
b) Grã-Bretanha, Estados Unidos e França.
c) Alemanha, França e Rússia.
d) Rússia, Alemanha e Grã-Bretanha.
e) Império Austro-Húngaro, Alemanha e Itália.
05- (Puc-rio) As relações internacionais no entre-guerras (1918-1939) foram marcadas por uma tentativa de criar um órgão internacional que teria como uma de suas funções evitar um novo conflito mundial. Essa organização ficou conhecida como:
a) Organização dos Estados Americanos (OEA).
b) Sociedade das Nações ou Liga das Nações.
c) Organização das Nações Unidas (ONU).
d) Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN)
e) Organização Mundial do Comércio (OMC).
06- A respeito do conceito de território, é correto afirmar que:
I) Ao nos referirmos ao território brasileiro, referimo-nos ao espaço soberano reconhecido internacionalmente.
II) Os limites do território podem ser bem definidos ou não muito claros. As fronteiras podem variar de acordo com o espaço em análise.
III) Na Geografia, há um consenso exato sobre o que seja o conceito básico de território. Esse conceito é único para todas as análises espaciais, sociais e territoriais.
IV) É possível entender o conceito de território como sendo o espaço geográfico apropriado e delimitado por relações de soberania e poder.
Estão corretas as alternativas:
a) I, III e IV.
b) I, II e IV.
c) I e III.
d) Todas as alternativas.
e) Apenas a alternativa IV.
07- A análise geográfica é feita a partir de várias lentes e conceitos. Assim, é preciso conhecer bem esses conceitos para que a leitura da sociedade e do espaço seja feita de forma adequada. Pensando por esse prisma, observe o conceito a seguir:
É uma instituição formada por povo, território e governo. Representa, portanto, um conjunto de instituições públicas que administra um território, procurando atender os anseios e interesses de sua população.”
A que conceito refere-se a afirmação acima?
a) Território
b) Nação
c) Estado
d) Governo
e) País
08- “Significa uma união entre um mesmo povo com um sentimento de pertencimento e de ligação entre si, compartilhando, muitas vezes, um conjunto mais ou menos definido de culturas, práticas sociais, idiomas, entre outros.”
Esse fragmento explica um conceito importante da análise espacial. Que conceito é esse?
a) Estado
b) povo
c) território
d) nação
e) país
09-  A palavra __________________, em seu sentido político, pode ser usada de duas formas. Uma corresponde a um país soberano, politicamente organizado em um território. A segunda forma corresponde à divisão política interna de algumas nações que formam uma federação, como no caso do Brasil, dos Estados Unidos, da Alemanha etc. Nesses casos, as unidades internas da federação possuem a mesma nomenclatura.
Qual dos termos abaixo preenche corretamente a lacuna?
a) Estado
b) Província
c) País
d) Território
10-  No imaginário de Lennon, não deveriam existir fronteiras entre os povos. Porém, nunca elas foram tão valorizadas e suscitaram tantos conflitos quanto no século XX. Mas o que são fronteiras? Pode-se dizer que elas têm a função de separar territórios. Em geopolítica, porém, as fronteiras não são bem assim.
Portanto, as fronteiras:
I) definem a extensão geográfica da soberania de um Estado.
II) revelam as diferenças religiosas, linguísticas e étnicas.
III) separam blocos políticos ou alianças militares.
Na sequência em que aparecem, as informações acima correspondem, respectivamente, às fronteiras:
a) culturais, estratégicas e naturais.
b) estratégicas, naturais e políticas.
c) naturais, políticas e culturais.
d) políticas, culturais e estratégicas.
11-  Muitas vezes usamos as palavras sociedade, povo, nação e país como sinônimos. Apesar de parecidas, essas palavras não significam exatamente a mesma coisa. Portanto, é necessário saber o significado de cada uma delas.
Assinale a alternativa incorreta:
a) Entende por povo os grupos de pessoas que falam a mesma língua e possuem as mesmas tradições. Por exemplo: o povo brasileiro, o povo judeu, o povo cigano etc.
b) Um povo precisa ter necessariamente território próprio.
c) Nação é o mesmo que povo, isto é, um conjunto de pessoas com língua e tradições comuns, e que possuem um território com governo e leis próprias. Além disso, a ideia de nação tem um sentido mais amplo de um vínculo que une os indivíduos por meio de uma identidade nacional.
d) Um agrupamento de indivíduos que vivem num certo espaço geográfico e se relacionam de acordo com determinadas regras é uma sociedade. Em geografia, nosso interesse é a sociedade humana, pois é ela que modifica profundamente a natureza e constrói o espaço geográfico
12- O conceito de nação, por levar em conta aspectos considerados subjetivos, como identidade e sensação de pertencimento, possui uma variedade de análises, com enfoques e características distintas. A respeito da concepção de nação, assinale a alternativa incorreta:
a) Nem sempre uma nação equivale a um Estado ou a um país ou, até mesmo, a um território, podendo haver, então, muitas nações sem território e sem uma soberania territorial constituída.
b) Dentro do território espanhol existem várias nações, como a nação basca, catalã, navarra, andaluz e galega.
c) Um exemplo conhecido de nação sem território definido são os curdos, que habitam vários países ao longo do Oriente Médio.
d) As nações que não possuem território soberano delimitado, como os curdos e os bascos, não almejam o reconhecimento de territórios. Historicamente foram construindo uma trajetória de identificação e pertencimento ao Estado que os acolheu.

e) O conceito de nação foi utilizado muitas vezes como estratégia ideológica de manipulação de uma população. Exemplo disso é a tentativa de construção do nacionalismo, em que governos tentam criar entre os seus habitantes um sentimento nacional, ou seja, a ideia de que aquele país equivale a uma nação geral.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Observe a figura e responda as questões 1, 2 e 3.

 ––––––––––   QUESTÃO 01   ––––––––– QUESTÃO 01
Observando a imagem ao lado pode-se definir um Rio como:
(A) Um curso de água
(B) Foz
(C) Afluente
(D) Nascente
  ––––––––––   QUESTÃO 02   –––––––––– QUESTÃO 02
A foz de um rio é:
(A) Lugar onde nasce o rio
(B) Lugar onde o rio deságua
(C) Lugar por onde o rio corre
(D) Lugar onde o rio acaba
––––––––––   QUESTÃO 03   –––––––––– QUESTÃO 03
Definimos Afluentes como:
(A) Onde o rio percorre seu curso natural
(B) Onde o rio nasce
(C) rio que deságua em outro rio ou no mar
(D) rio corrente
Observe o mapa da Hidrografia do Brasil e responda as questões 4, 5 e 6.


––––––––––   QUESTÃO 04   –––––––––– QUESTÃO 04
De acordo com o mapa o Brasil possui quantas Bacias Hidrográficas:

(A) 1
(B) 8
(C) 3
(D) 7
––––––––––   QUESTÃO 05   –––––––––– QUESTÃO 05
Ao observar o mapa, qual a maior Bacia Hidrográfica do Brasil:

(A) Tocantins/Araguaia
(B) Amazônica
(C) São Francisco
(D) Paraná
––––––––––   QUESTÃO 06   –––––––––– QUESTÃO 06
Observe o mapa e marque apenas a Bacia que o Rio São Francisco faz parte
(A) Amazônica
(B) São Francisco
(D) Tocantins
(E) Uruguai


Observe o mapa e responda as questões 7, 8 e 9.


 

















––––––––––   QUESTÃO 07   –––––––––– QUESTÃO 07
O Brasil está dividido em

(A) Estado, Regiões e Município
(B) Somente em Estados
(C) Somente em Regiões
(D) Regiões Metropolitanas
 ––––––––––   QUESTÃO 08   ––––––––––QUESTÃO 08 
Quem administra os Estados e os Municípios

(A) O presidente e o povo
(B) Governadores e escravizados
(C) Governadores e prefeitos
(D) Presidente, Governadores e Prefeitos
 ––––––––––   QUESTÃO 09   –––––––––– QUESTÃO 09
O Estado em que você mora fica na região

(A) Sul
(B) Centro-Oeste
(C) Sudeste
(D) Nordeste
 Observe o mapa e responda a questão 10

  
––––––––––   QUESTÃO 10   ––––––––––Questão 10
 De acordo com o mapa o Brasil NÃO faz limites com

(A) Argentina
(B) Chile
(C) Peru
(D) Bolívia 

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Oriente Médio - Textos e Atividades

Oriente Médio - Textos e Atividades
Esses textos e atividades são do blog do Professor Valter Batista link http://profvalterbatista.blogspot.com.br/2013/08/oriente-medio-textos-e-atividades.html estou postando diretamente para facilitar o acesso. 
 Oriente Médio
 A região que compreende o Oriente Médio está localizada na porção oeste do continente asiático, conhecida como Ásia ocidental. Possui extensão territorial de mais de 6,8 milhões de quilômetros quadrados, com população estimada de 260 milhões de habitantes. É composta por 15 países: Afeganistão, Arábia Saudita, Bahrain, Catar, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Irã, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Omã, Síria, Turquia.
Clima:
O clima do Oriente Médio é árido e semiárido, o que proporciona o predomínio de uma paisagem vegetal marcada pela presença de espécies xerófilas (nas áreas de clima árido), ou de estepes e pradarias (nas áreas de clima semiárido). Apenas pequenas faixas de terra, na porção litorânea, apresentam climas um pouco mais úmidos, onde há presença de formações vegetais arbustivas.
 Atividades Econômicas:
O petróleo é o principal produto responsável pela economia dos países do Oriente Médio. Nessa região está localizada a maior concentração mundial dessa fonte energética (aproximadamente 65% de todo o petróleo mundial). Essa grande quantidade de petróleo, aliada a fatores econômicos e políticos, criou as condições para a formação, em 1960, de um dos mais importantes cartéis do mundo atual, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP). Outra atividade econômica importante no Oriente Médio é a agropecuária. Por ser realizada dominantemente de forma tradicional, com uso de pouca tecnologia e mecanização, essa atividade incorpora cerca de 40% da população economicamente ativa. O predomínio de climas áridos e semiáridos na região é bastante prejudicial para o desenvolvimento dessa atividade econômica. A atividade industrial no Oriente Médio apresenta pouca expressividade. Nos países petrolíferos, há a existência de refinarias e petroquímicas. Outras indústrias se relacionam aos setores mais tradicionais, como o têxtil e o alimentício. O turismo é outra atividade que vem apresentando importância para alguns países do Oriente Médio, a exemplo de Israel e Turquia (que recebem cerca de 2,5 milhões de turistas por ano).
 Religiões:
No Oriente Médio, aproximadamente 238 milhões de pessoas (cerca de 92% da população) são muçulmanas. A maioria pertence às seitas sunita e xiita (sugeridas logo após a morte do profeta Maomé, em 632 d.C.). Há grupos menores de mulçumanos, como os drusos e os alauitas. A região abriga ainda cerca de 13 milhões de cristãos, muitos de igrejas árabes, como a copta ou a maronita, que estão entre as mais antigas do cristianismo. Além disso, também vivem no Oriente Médio cerca de 6 milhões de judeus, quase todos em Israel. A migração desses deu-se em ondas, originárias primeiro da Europa e, depois, de todo o mundo. Por isso, no Estado judeu encontram-se inúmeros grupos étnicos cujas culturas, tradições, orientações políticas e práticas religiosas variam muito e são livremente expressas.
O Oriente Médio e a escassez de água:
O Oriente Médio é um subcontinente da Ásia que possui clima árido, por isso não há muitos recursos hídricos (água subterrânea, rios e lagos) na região. Os países que fazem parte do Oriente Médio são ricos em petróleo, no entanto, são pobres em água. Essas nações enfrentam sérios problemas relacionados à escassez de água. Diversos países, como a Arábia Saudita e as pequenas nações do Golfo Pérsico, fazem dessalinização da água do mar, mesmo assim são grandes compradores de água mineral. Na região do Oriente Médio, os países que detêm em seu território nascentes de água, rios e aquíferos, são privilegiados por possuir esse riquíssimo e raro recurso. Diante da escassez de água, surgem conflitos entre países para definir quem domina as pouquíssimas bacias hidrográficas e águas subterrâneas. Um exemplo de disputa por água existe entre Israel, Líbano, Síria e Jordânia, que, por serem países fronteiriços, disputam o domínio da Bacia do rio Jordão. No ano de 1967, Israel invadiu a Síria, que abriga em seu território a colina de Golã, onde está a nascente do rio Jordão. Esse rio é praticamente a única fonte de água para Israel e Jordânia. O Oriente Médio, nos últimos anos, apresentou um crescimento populacional, o que elevou o consumo de água e reduziu a quantidade da mesma disponível nos mananciais, fato que tem contribuído para agravar ainda mais os focos de conflito entre os países. Outro foco de conflito acontece nas proximidades dos rios Tigre e Eufrates. Ambos nascem em território turco e o escoamento de suas águas segue rumo ao Golfo Pérsico; abastecendo a Síria e o Iraque. Diante disso, esses países temem o controle turco sobre as nascentes dos rios; pois a Turquia pode represar suas águas para realização de irrigação, construção de usinas hidrelétrica ou para qualquer outro fim. Dessa forma, o abastecimento da Síria e do Iraque ficaria comprometido.
Atividade industrial no Oriente Médio:
A economia do Oriente Médio está extremamente ligada à produção de petróleo, uma vez que tal subcontinente abriga a maior jazida do minério no mundo. Em contrapartida, o setor industrial não detém o mesmo destaque, salvo Israel. Só agora que a maioria dos países do Oriente Médio está iniciando um processo efetivo de industrialização. De maneira generalizada, a produção industrial na região gira em torno do seguimento têxtil (confecção de tapetes, como por exemplo, os persas), além das indústrias alimentícias. A maioria dos parques industriais presentes dentro do Oriente Médio encontra-se nas principais cidades, tais como Ancara (capital da Turquia), Damasco (Síria), Bagdá (Iraque) e Teerã (Irã). Todo recurso gerado pela produção petrolífera tem sido empregado no desenvolvimento tecnológico das refinarias e indústrias petroquímicas em países como Irã, Iraque e Arábia Saudita. Em Israel, apesar das adversidades naturais de ordem climática, o país possui um relativo desenvolvimento industrial, atividade responsável por 30% do PIB (Produto Interno Bruto). O parque industrial desse país é localizado, sobretudo, nas cidades de Telavive e Haifa, as quais detêm cerca de 25% do PEA (População Economicamente Ativa) nacional. Encontra-se também, indústrias tradicionais (alimentícias e têxteis), além de indústrias que atuam na lapidação de diamantes, na produção de equipamento bélico e eletroeletrônicos.
Questões sobre a população do Oriente Médio:
Durante séculos, grande parte do Oriente Médio esteve sob o controle político do Império Otomano, que esteve centrado em Istambul, localizada na atual Turquia. Desde a invasão francesa do Egito em 1798, os países europeus começaram a intervir na política do Oriente Médio. O controle colonial europeu atingiu seu auge ao final da Primeira Guerra Mundial, quando o Império Otomano foi desmembrado e entregue à Grã-Bretanha e França. Alguns Estados do Oriente Médio (Irã, Egito, Turquia, Iraque e Arábia Saudita) conseguiram a independência da Grã-Bretanha e da França entre as décadas de 1920 e 1930. O restante obteve a independência entre 1944 e 1971. O traçado de suas fronteiras não correspondeu ao ideal de nação ou muito menos aos anseios das sociedades em questão, algo que também foi comum no continente africano. Após a independência, com raras exceções, monarcas e ditadores governaram o Oriente Médio. Como em todas as zonas pós-coloniais, o Oriente Médio começou a enfrentar dois desafios: a criação de estabilidade política e o desenvolvimento econômico. A estabilidade política da região tem sido afetada por fatores internos e externos. Internamente, golpes de Estado, guerras civis, revoluções e disputas por fronteiras contribuíram para a instabilidade política. Externamente, a importância atribuída ao Oriente Médio por potências estrangeiras (Estados Unidos e União Soviética por boa parte do século XX, e alguns Estados europeus) também tem servido como um fator complicador na vida política da região. Entre as décadas de 1950 e 1970, ocorreu na região uma tentativa de formar uma integração regional a partir de valores e identidade cultural a fim de fortalecer a Liga Árabe, instituição criada após a Segunda Guerra Mundial, e promover o Pan-arabismo. O ex-presidente egípcio Gabal Abdal Nasser foi o principal idealizador desse projeto. Em 1956, o Egito nacionalizou o Canal de Suez, importante passagem entre o Mar Mediterrâneo e o Mar Vermelho, com a reação imediata de França, Inglaterra e Israel, que invadiram o Egito. Devido a acordos estabelecidos pela URSS e Estados Unidos, os países invasores recuaram e o Egito saiu fortalecido, aumentando os ideais do Pan-arabismo. Após a morte de Nasser em 1970 e da Guerra do Yom Kippur, em 1973, o Pan-arabismo foi lentamente atenuado e acabou desacreditado pelas suas populações. Durante os anos 1990, alguns Estados do Oriente Médio foram movendo-se lentamente para uma maior democratização. Já bem estabelecida em Israel e Turquia, a democracia começou a mostrar sinais de enraizamento em muitos - mas não em todos - os países do Oriente Médio. Este movimento em direção à democracia é uma resposta às demandas dos cidadãos para uma maior participação na vida política de seus países e as esperanças dos dirigentes políticos de ganhar legitimidade, tanto no seu Estado quanto no exterior. Os fatores responsáveis pela falta de desenvolvimento econômico na região estão relacionados ao petróleo: as rendas desse recurso estão concentradas no poder de empresas transnacionais que atuam na região e no controle estatal, em geral integrado a oligarquias representadas por príncipes, monarcas e sheiks. Além disso, as divisas do petróleo acabam sendo investidas na própria cadeia produtiva do petróleo (prospecção, extração, comércio, refinamento, produção de derivados etc.), não ocorrendo uma diversificação da estrutura industrial a partir dos ganhos com a venda do petróleo bruto. Cabe ressaltar também as flutuações no valor do barril do petróleo que impedem um planejamento econômico equilibrado e de longo prazo, ainda mais nesses países que dependem exclusivamente da sua extração. Ainda em 1960, as nações árabes definiram a formação de um cartel que envolvia os grandes produtores mundiais de petróleo, em sua maioria no Oriente Médio: a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo). A criação do grupo tinha como maior objetivo reduzir a influência das corporações ocidentais que controlavam a extração e produção de petróleo, que naquele momento eram conhecidas como “as sete irmãs” (atualmente correspondendo às empresas ExxonMobil, ChevronTexaco, Shell e BP). Com os avanços de Israel em direção às áreas palestinas, a OPEP aumentou os valores do barril de petróleo como forma de protesto à falta de iniciativa do mundo ocidental em procurar uma resolução para o conflito. Em 1973, isso resultou no 1º Choque do Petróleo, mas os interesses da OPEP acabaram se restringindo a razões econômicas e, após esse episódio, não foi possível apontar o cartel como defensor dos interesses dos povos árabes, pois mesmo em alguns desses países que detêm as reservas de petróleo, as desigualdades sociais são acentuadas. As religiões no Oriente Médio O Oriente Médio possui uma população de aproximadamente 260 milhões de habitantes com enorme diversidade étnica e cultural entre os habitantes, fator responsável pelos conflitos naquela região. Um dos elementos diversificados é a religião, com crenças diferentes e disputa por territórios considerados sagrados.
As três principais religiões monoteístas, ou seja, crença na existência de um único Deus, surgiram no Oriente Médio: O Islamismo, o Cristianismo e o Judaísmo.
A religião com maior número de seguidores é o Islamismo (90% da população). É uma religião monoteísta, fundamentada nos ensinamentos de Mohammed, ou Muhammad, chamado pelos ocidentais de Maomé. Após a morte de Maomé, a religião islâmica sofreu ramificações, ocorrendo divisão em diversas vertentes com características distintas. Os segmentos do Islamismo que possuem maior quantidade de adeptos são a dos sunitas (maioria) e a dos xiitas. Ao contrário do que muitos pensam, o Islamismo não é dividido apenas em sunitas e xiitas, existem vários outros grupos menores, entre eles estão os drusos e os alauítas.
A segunda maior religião em números de seguidores no Oriente Médio é o Cristianismo. A região abriga cerca 12 milhões de cristãos, muitos de igrejas árabes, como a Copta ou a Maronita, que estão entre as mais antigas do Cristianismo. Os países com a maior quantidade de cristãos são a Síria e o Líbano. Além disso, também vivem no Oriente Médio mais de 6,5 milhões de Judeus, quase todos em Israel. O território que atualmente corresponde à Palestina já foi habitado por judeus há cerca de quatro mil anos, no entanto, foram expulsos durante o Império Romano.
Os judeus retornaram para o Oriente Médio através de fluxos migratórios, que se fortaleceram com a construção do Estado de Israel, em 1948. Esse fato é um dos principais responsáveis pelos constantes conflitos entre judeus e palestinos, pois Israel está anexando territórios habitados por palestinos.
A cidade de Jerusalém é disputada pelas três grandes religiões. É um local sagrado para o Islamismo, o Cristianismo e o Judaísmo. Confira a importância simbólica de Jerusalém para essas religiões: - Islamismo: Domo da Rocha, em Jerusalém, é o terceiro local mais importante no Islamismo, de onde Maomé subiu aos céus. - Cristianismo: Igreja do Santo Sepulcro, localizada em Jerusalém, assinala o local tradicional da crucificação, do enterro e da ressurreição de Jesus Cristo. - Judaísmo: Para os judeus, o Muro das Lamentações, parte do Segundo Templo, localizado na cidade de Jerusalém, é o local mais sagrado de todos. 
Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/oriente-medio.htm, acesso em 18/08/2013. 
ATIVIDADES
 Responda em seu caderno as questões abaixo:
 01. Quais são os países do Oriente Médio, com suas respectivas capitais?
Responda em uma tabela.
02. Como é o clima no Oriente Médio? Explique o que é um deserto e qual sua principal característica. Se possível, cole figuras que representem estes tipos de clima.
03. Qual é a importância do petróleo para o Oriente Médio?
04. O que é a OPEP? Qual a sua importância para a região do Oriente Médio?
05. A indústria do Oriente Médio depende de algum tipo de matéria-prima? Explique isso.
06. Por que pode-se afirmar que o petróleo não produz o desenvolvimento do Oriente Médio, apesar de gerar muita riqueza no continente?
07. Que país do Oriente Médio possui um relativo desenvolvimento industrial? Explique isso.
08. Após a independência da maioria dos países do Oriente Médio, pode-se afirmar que ainda não há estabilidade política. De acordo com o texto, o que isso significa?
09. De acordo com o texto, que países da região têm se destacado como democracias? Comente sobre isso.
10. O que você entende por pan-arabismo. Se necessário, faça uma pesquisa sobre o tema.
11. O que são: diversidade étnica e diversidade cultural? Como isso afeta a região do Oriente Médio? Isso gera conflitos na região?
12. A região do Oriente Médio é o berço das três maiores religiões monoteístas do mundo. Explique a importância disso. Comente sobre a importância de Jerusalém em relação a este fato.
13. Qual a maior religião em número de fieis dentre os países do Oriente Médio?
14. Qual a religião que predomina em Israel?
15. Quais são os maiores países cristãos do Oriente Médio?

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